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Momento especial para o mercado empreendedor

As notícias sobre a capacidade empreendedora do brasileiro têm sido uma constante em nossos meios de comunicação. Desde as menores unidades de negócios, formadas pelo chamado empreendedor individual, até os gigantescos conglomerados de empresas de origem nacional e que estão se expandindo muito além de nossas fronteiras, a constatação tem sido uma só: o brasileiro – com sua criatividade, carisma, impulsividade e destemor – tem muito talento para fazer negócios.

Some-se a isso o momento especial vivido por nosso país nos últimos anos, com crescimento significativo e sustentado da economia, inclusão de milhões de cidadãos no mercado consumidor, distribuição mais igualitária da renda, oferta ampliada de crédito e forte integração ao panorama global. Forma-se, portanto, um cenário muito adequado ao sucesso de nossos negócios.

Um dos indicadores que demonstram essa tendência de sucesso foi divulgado pela Serasa Experian e aponta que o nível de eficiência empresarial dos pequenos e médios empreendimentos nacionais foi recorde no ano passado. De acordo com os analistas da entidade, o Indicador de Eficiência Empresarial, que atingiu 57,6 pontos, em uma escala de 0 a 100, mostra que a melhora financeira dos segmentos de comércio e serviços em 2010 sustentou essa evolução. Conclui-se que boa parte dessas empresas se recuperou dos efeitos negativos notados após a crise internacional de 2008/2009.

O bom momento de nossa economia tem impulsionado nossas empresas, mas também é necessário notar outros elementos que têm contribuído para a mudança de panorama no universo corporativo. Mesmo as menores firmas entendem que é necessário investir em uma boa gestão e se adequar ao padrão de qualidade de produtos e serviços exigido pelos consumidores. Ao final, acabam melhorando naturalmente algumas de suas ferramentas de administração, mas sem muita organização.

Sabemos que a base empresarial de nosso país – formada pelo que chamamos aqui de mercado empreendedor, e que reúne pequenas, médias e até grandes firmas que ainda não conquistaram visibilidade expressiva, muitas vezes por não disporem do apoio necessário à modernização de sua gestão – é essencial à geração de empregos e renda. Também é assumida por essas organizações a responsabilidade de contribuir para prover os bens e serviços que deem respostas às demandas de nosso mercado consumidor em expansão.

É importante perceber que as representantes do mercado empreendor possuem um grande potencial de avanço e de crescimento, possivelmente o mais promissor do segmento empresarial, já que é natural que as pequenas almejem sempre se tornar grandes. Para isso, precisam estar preparadas para exigências naturais, pois não é tão simples crescer. É necessário, para isso, planejamento, organização, otimização da gestão, eficiência, melhoria da qualidade, responsabilidade, investimentos na expansão e, até por isso, adoção de princípios de governança corporativa para facilitar a captação de recursos.

Muitas vezes, mudanças simples, que permitam que determinada firma ou marca passe a ser reconhecida pelo mercado e pelos agentes financeiros como tendo uma administração mais moderna e responsável, abrem enormes oportunidades para sua expansão e consolidação. Nossas empresas de menor porte já estão no caminho certo, como notamos em resultados de estudos como o aqui citado. Nesse momento, contar com apoio para viabilizar tais mudanças pode fazer a grande diferença.

 

*Eduardo Pocetti é sócio-líder da área de Mercado Empreendedor da KPMG no Brasil.

 

 

Fonte: Ricardo Viveiros & Associados

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Equipe RME

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