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CAIXA apresenta linhas de crédito para melhorar a mobilidade urbana

Palestra da CAIXA sobre Perspectivas de investimentos em Mobilidade Urbana e Infraestrutura para a Copa e Olimpíadas será um dos temas do Seminário que vai discutir os novos conceitos de Rastreabilidade de Veiculos e Cargas nas grandes cidades e nas estradas

                Os investimentos do governo federal no transporte público das 24 maiores cidades brasileiras para melhorar a capacidade de locomoção e a infraestrutura do transporte público coletivo vai ser o tema da palestra do Superintendente Nacional de Infraestrutura e Saneamento da Caixa Econômica Federal, Rogério de Paula Tavares, durante o II Seminário Sistemas Inteligentes de Transporte – Tecnologia para Mobilidade Urbana, nos próximos dias 24 e 25 de maio, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio.

Segundo a previsão do governo, serão investidos através do PAC Mobilidade Grandes Cidades, R$ 18 bilhões no transporte público, sendo R$ 6 bilhões diretos da União e R$ 12 bilhões por meio de financiamento. O objetivo é implantar soluções para melhorar a Mobilidade Urbana, de Veículos e Cargas nas grandes cidades, visando principalmente à Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Somente em 2010, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou operações de crédito pelo setor público de R$ 8 bilhões para projetos de mobilidade urbana para estados e municípios onde serão realizados os jogos da Copa do Mundo.

Dentro desse esforço para melhorar a mobilidade urbana, a integração dos recursos tecnológicos de ponta (informação, comunicação telemática e ferramentas de gerenciamento) com a infraestrutura é fundamental para melhorar a gestão dos sistemas de transporte das cidades. Com isso, será possível promover a redução de congestionamentos e dos tempos de viagem, melhoria na qualidade do ar pela redução da emissão de poluentes, com possibilidade da indicação de rotas alternativas, aprimoramento dos níveis de serviço e o aumento da produtividade, confiabilidade e segurança dos sistemas de transporte.

   Além de criar oportunidade para avaliar os impactos da implantação de sistemas mais inteligentes de transportes (ITS) nas cidades brasileiras, o II Seminário Sistemas Inteligentes de Transporte pretende debater a implantação novos equipamentos e instrumentos inovadores e confiáveis de gestão do transporte e de seu desenvolvimento. Os novos conceitos de Rastreabilidade de Veiculos e Cargas, através do Sistema de Identificação Automática de Veículos (SINIAV) e do Projeto Brasil ID, deverão permitir um salto tecnológico na gestão da trânsito nas grandes cidades e nas estradas e melhorar a segurança e o controle do transporte de carga no País.

O momento é oportuno para esse debate, tendo em vista que o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) começou a colocar em prática o novo SINIAV, que prevê, até 2014, a implantação desses chips eletrônicos em veículos, para que possam ser identificados eletronicamente.

O Seminário, organizado pela Planeja & Informa Comunicção e Marketing, com apoio da COPPE e da UERJ vai reunir empresários executivos, técnicos e dirigentes do setor de transporte, governo e profissionais de engenharia para analisar o uso de novos equipamentos e tecnologias mais adequadas para a modernização do sistema de trânsito brasileiro.

 

PAC da Mobilidade

De acordo com o Palácio do Planalto, os projetos previstos no PAC da Mobilidade beneficiarão 39% dos brasileiros que vivem em regiões metropolitanas. As propostas poderão incluir sistemas de transporte sobre pneus, como corredores de ônibus exclusivos e de Veículos Leves sobre Pneus (VLP/BRT), e também sistemas sobre trilhos, como trens urbanos, metrôs e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT).

Os 24 municípios do PAC Mobilidade foram divididos em três grupos. O primeiro reúne as capitais de regiões metropolitanas com mais de três milhões de habitantes (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador e Curitiba).

O segundo inclui cidades com população entre um e três milhões de habitantes (Manaus, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas e São Luís).

O terceiro grupo reúne cidades de 700 mil a um milhão de habitantes. (Maceió, Teresina, Natal, Campo Grande, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São Bernardo do Campo). 

Fonte: Planeja Informa

Sobre o autor:
Equipe RME

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