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Expectativa socioeconômica das famílias apresenta alta

 A presidenta do Ipea, Vanessa Petrelli Corrêa, destacou nesta terça-feira, 17, a elevação do resultado geral do Índice de Expectativas das Famílias(IEF) obtido em junho — de 1,5 ponto —, em comparação a maio. “Esse resultado, aliado ao baixo endividamento manifestado pelas famílias, nos permite desenhar boas expectativas das famílias para a economia do país”, afirmou Vanessa.

O índice ficou em 68,5 pontos, com ressalto positivo para a região Centro-Oeste — como tem ocorrido nas demais edições —, que manifestou otimismo de 86 pontos, passando do patamar de otimismo para o de grande otimismo. A região com menor otimismo foi a Norte, 62,7 pontos em junho, uma alta de 3,2 pontos em relação ao mês anterior. “A confiança das famílias na economia é um fator importante para analisarmos o comportamento da economia do país frente à dinâmica mundial”, disse a presidenta.

Ela fez a apresentação do IEF de junho com a colaboração e mediação do chefe da Assessoria Técnica da Presidência do Ipea, André Calixtre, e expôs os resultados das questões que medem as expectativas familiares sobre a situação econômica nacional, a condição financeira passada e futura, decisões de consumo, endividamento e condições de quitação de dívidas e contas atrasadas, além do mercado de trabalho. A pesquisa foi realizada em 3.810 municípios de todas as unidades da federação, pelo método de amostragem probabilística.

Para os próximos 12 meses, o Centro-Oeste é também o mais otimista ao considerar a situação econômica do Brasil, com 88,8% das famílias acreditando que haverá melhores momentos. No Sul, esse resultado cai para 49,5 pontos percentuais. A situação é semelhante à pesquisa das expectativas para os próximos cinco anos na economia do país.

Ainda sobre a expectativa para os próximos cinco anos, além da região Sul, a Norte também manifestou resultados menores quanto à espera por melhores momentos. Segundo Vanessa, esse resultado relaciona-se às especificidades da região, que tem alta taxa de confiança na estabilidade do emprego, mas não vê grandes melhorias futuras.

Já no caso do Sul, uma das possíveis explicações para o otimismo reduzido é o fato de a região ser bastante industrializada e contar com uma agricultura familiar bem integrada. “A indústria tradicional é muito forte no Sul, e é esse setor que vem sofrendo impactos com a desindustrialização”, explicou a presidenta do Ipea.

 

Fonte: Divulgação

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