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Abertas as inscrições 2012 para o Programa L’Oréal/UNESCO Para Mulheres na Ciência

O Programa L´ORÉAL/UNESCO para Mulheres na Ciência, realizado em parceria com a UNESCO e, no Brasil, com a Academia Brasileira de Ciências (ABC), está com as inscrições abertas. Em sua sétima edição brasileira, celebrada no ano da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, o programa dará prioridade a estudos que contribuam para o desenvolvimento sustentável, em suas vertentes econômica, ambiental e social. Esta foi uma decisão conjunta da L’Oréal Brasil, da Academia Brasileira de Ciências e da UNESCO no Brasil para dar mais visibilidade a um tema tão fundamental para o futuro do planeta. 
A premiação tem por objetivo incentivar a presença da mulher na linha de frente do conhecimento e garantir visibilidade ao trabalho das pesquisadoras, além de oferecer condições favoráveis para a continuidade de projetos por meio do auxílio financeiro. As participantes têm até o dia 13 de maio para se inscrever no site  http://loreal.abc.org.br/ .
Podem se inscrever no programa cientistas das áreas de Ciências Biomédicas, Biológicas e da Saúde, Ciências Físicas, Ciências Matemáticas e Ciências Químicas. Cada profissional vencedora recebe bolsa-auxílio no valor equivalente a US$ 20 mil. Lançado em 2006, o programa já beneficiou ao todo 40 jovens cientistas no país, distribuindo mais de R$ 1 milhão em bolsas-auxílio.
Este ano, o júri será presidido pelo Prof. Jacob Palis Jr., também presidente da ABC, e contará com um especialista da UNESCO, um da L´Oréal e oito pesquisadores indicados pela Academia Brasileira de Ciências.
A iniciativa de priorizar projetos com foco em sustentabilidade reflete uma realidade presente nos estudos inscritos ao longo dos sete anos do Prêmio no Brasil. Nas edições anteriores, já foram selecionados projetos com cunho sustentável:
 
2011 – Dra. Ana Luiza Cardoso Pereira (UNICAMP)
Pesquisa: Propriedades Eletrônicas e Efeitos de Desordem em Mono e em Multi-Camadas de Grafeno. 
Propõe a utilização do grafeno em substituição ao silício em dispositivos eletrônicos. O grafeno, material constituído de uma única camada atômica de carbono e estabilizado pela primeira vez em 2004, revela propriedades físicas compatíveis com sua utilização
futura em dispositivos eletrônicos. Seu processamento é mais simples e econômico que o do silício, apresentando ainda melhores perspectivas de miniaturização.
 
2011 - Dra. Mariana Antunes Vieira (UFPEL)
Pesquisa: Desenvolvimento de Métodos para a Determinação de Contaminantes Inorgânicos em Glicerina Obtida como Coproduto da Produção de Biodiesel.
Trata da glicerina, que é um resíduo resultante da produção de biodiesel, um problema para a indústria. Sem o destino correto, a glicerina pode contaminar o meio ambiente. O estudo analisa o potencial das propriedades de contaminantes inorgânicos não metálicos nesta glicerina e as direciona para uso em indústrias farmacêuticas, alimentícias etc. 
 
2009 - Dra. Annelise Casellato (UFRJ)
Pesquisa: Desenvolvimento de Novos Complexos com Potencial Atividade Biorremediadora.
Estuda complexos que possam atuar de maneira semelhante a uma enzima que degrada moléculas organofosforadas. Essas moléculas são substâncias similares aos pesticidas usados em plantações de tomates no Brasil. A meta final é diminuir a toxicidade de pesticidas. 
Outras informações sobre o Programa L´ORÉAL/UNESCO para Mulheres na Ciência no site http://loreal.abc.org.br/ .
 
Sobre o For Women in Science
Criado em 1998, o Programa L’ORÉAL/UNESCO For Women in Science, fruto de uma parceria entre o Grupo L’Oréal e a UNESCO, foi o primeiro prêmio internacional dedicado às cientistas mulheres em todo o mundo. Desde então, a iniciativa reconhece, a cada ano, cinco notáveis cientistas, uma por continente, por suas contribuições ao progresso científico, com uma bolsa-auxílio no valor equivalente a US$100.000 (cem mil dólares). Quatro excepcionais cientistas brasileiras já entraram para o hall das contempladas com o prêmio internacional For Women in Science, tornando-se exemplos para as futuras gerações: Mayana Zatz, da USP, em 2001; Lucia Previato, da UFRJ, em 2004; Belita Koiller, da UFRJ, em 2005; e Beatriz Barbuy, da USP, em 2009.
 
O Grupo lançou, no ano 2000, o L’ORÉAL/UNESCO Fellowship Program, que oferece três bolsas de pesquisa e especialização para jovens cientistas por continente. E iniciou, a partir de 2001, um processo de internacionalização do For Women in Science, que, resultou, entre outras iniciativas, no lançamento do programa local no Brasil Para Mulheres na Ciência, em 2006.
 
Fonte: Divulgação

Sobre o autor:
Equipe RME

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