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Santander, Rede ItsNoon e Vivo convocam a sociedade para refletir e debater sobre Economia Criativa

Campanha O que é Economia Criativa para você? está com inscrições abertas até 22 de junho Iniciativa que propõe o sentido colaborativo de ações sustentáveis terá 80 trabalhos selecionados com critérios de adequação, ideia, originalidade e execução

Santander, Rede ItsNoon  e Vivo convidam a sociedade para pensar em novos modelos de negócios e processos decorrentes da criatividade, imaginação e inovação. O que é Economia Criativa para você? trata-se de uma campanha para que as pessoas participem dando sua opinião por meio de uma criação: vídeos, textos, imagens e áudios. Inscrições e regulamento estão disponíveis no link http://itsnoon.net/o-que-e-economia-criativa-para-voce/. Dividida em 4 fases, o  último prazo para postagem é 22 de junho. As 80 criações selecionadas ganham R$ 200,00 cada.

            A Economia Criativa, ao focar criatividade, imaginação e inovação, não se restringe a produtos, serviços e tecnologias, engloba também modelos de negócios e gestão. Sendo assim, a proposta da chamada criativa é mergulhar em processos criativos que se baseiam no conhecimento de cada indivíduo, inseridos no desenvolvimento sustentável. Para Reinaldo Pamponet, da Rede ItsNoon, “para modificar o modelo temos que voltar a criar, refletir, inquirir, potencializando os indivíduos e colocando-os em uma posição de igualdade”. Imaginar e criar novas maneiras de fazer a mesma coisa de outro jeito, ou criar novas coisas jamais imaginadas antes. Já Marcelo Alonso, diretor de Comunicação e Relações Institucionais da Vivo, destaca que “as novas tecnologias de conexão e comunicação são um ótimo exemplo disso e estão aí para serem utilizadas por nós, nos instigando a novas possibilidades, atitudes e ações”.

A criatividade é respaldada por novos arranjos de governança entre público, privado e sociedade civil; formas alternativas de financiamento (mais voltadas ao capital de conhecimento do que às garantias físicas); inovações nas gestões; valorização de ações criativas e modelos colaborativos. Para Paula Nader, Superintendente Executiva de Identidade e Gestão da Marca, "a economia criativa vem abrir caminhos para a elaboração de novos modelos de negócios que valorizam o intangível, a criatividade e a cultura como insumos que são sustentáveis, e não finitos e que ao mesmo tempo geram desenvolvimento econômico".  

Fonte: Mariele Salgado Duran - Assessoria de imprensa especializada

Sobre o autor:
Equipe RME

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